Conceitos
Esta página foi concebida para servir como referência para o processo de construção da
identidade da União. Nela serão propostos diversos conceitos a respeito de arte e das suas
linguagens, na expectativa de provocar a reflexão dos visitantes, associados ou não, e de
merecer as suas sugestões e críticas, para o que todos estão convidados a fazer uso do
formulário de comentários existente no blogue da União.
Portanto, se estabeleceu como forma de incentivar a socialização ideológica, que qualquer visitante poderá contribuir com o desenvolvimento deste trabalho institucional, inclusive propondo seus próprios conceitos à discussão coletiva, desde que possa aceitar a necessária mediação.
A critério do núcleo diretor
(ACOPLAN),
os conceitos inseridos no blogue e que sejam considerados importantes para o nosso trabalho, poderão vir a integrar esta página em benefício de todos os seus visitantes. Cabe aqui entretanto, lembrar de que esta iniciativa, cooperativista e democrática, é uma inequívoca demostração de boa fé de parte desta primeira diretoria, na medida em que se expõe ao trato de um assunto complexo junto a um público naturalmente contestador. Espera-se que a participação interativa que venha a despertar, especialmente a de artistas plásticos, seja caracterizada pela intenção de contribuir para a evolução de todos, coerente com a Instituição que se propôs a representá-los, e congruente em relação aos seus
objetivos
e estratégias
gerenciais.
É conveniente ainda lembrar de que por força do seu estatuto, a União é apolítica e
apartidária. O que significa que os conceitos aqui expostos não deverão ter orientação partidária, e que a sua identidade ideológica destina-se a dar lastro e autenticidade à busca de objetivos sociais e culturais, e a facilitar sua identificação por parte de outras instituições.
Por coerência, a mesma orientação devem ter, naturalmente, as postagens feitas por visitantes com objetivo de publicação. Seja entendido por todos, contudo, que não se pretende coibir a visão política. Pelo contrário, o artista deve compreender o contexto social e nele se incluem as humanidades políticas. Também esta Associação tem foco para a questão e, ao longo do tempo, mormente a partir da participação de seus sócios, a sua identidade coletiva poderá evoluir e a sua expressão adaptar-se para manter a representatividade.
Mas do ponto de vista da gestão (objetivos, estratégias e resultados) convém manter uma distinção clara entre esta visão política e a sua manifestação pública, participativa, bem como entender convicções políticas como uma parte da identidade ideológica, e não a razão de ser de uma instituição artística. Trata-se de estabelecer prioridades, manter o rumo e buscar eficiência, e não sacrificar o exercício do seu papel institucional porque se esteja compromissado ou submetido a interesses outros, que não são exatamente seus. Assim, caso se pretenda participação política, use-se como instrumento uma instituição política, ou uma que tenha esse objetivo.